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Saúde e Bem-Estar - 14/06/2017

Sua saúde é o bem mais precioso

Com bons hábitos, é possível viver mais e com qualidade de vida

 

 

A expectativa de vida dos brasileiros vem aumentando ao longo dos últimos anos e, atualmente, a média é de 75,5 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tão importante quanto viver mais é ter qualidade de vida na terceira idade. Para isso, o médico Tarso Lameri Sant´Anna Mosci, geriatra, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia seção Rio de Janeiro (SBGG-RJ) e segurado da Prudential do Brasil, explica alguns aspectos fundamentais para adoção de atitudes que podem ajudar as pessoas nessa missão.

O envelhecimento é um processo biológico natural. Para ter qualidade de vida, a receita é simples e já conhecida de grande parte da população, porém o desafio é se conscientizar e colocar os aprendizados em prática o quanto antes: "Boa alimentação, fazer atividade física de três a quatro vezes por semana, manter-se ativo socialmente, seja com hobbies, atividades profissionais ou de lazer; buscar acompanhamento médico regularmente; encontrar um equilíbrio mental e espiritual e evitar substâncias ilícitas", indica o geriatra.

Segundo o especialista, não é preciso se privar de tudo o que gosta; o importante é ter moderação e não exagerar em nada. "Se gosta de comer churrasco, coma! Mas não regularmente, e faça uma atividade física para compensar, por exemplo. É muito importante que se tenha prazer em viver".

Tornar a terceira idade a melhor fase da vida depende de cada um. Nosso corpo é uma máquina e somos responsáveis por ela. As limitações poderão surgir, mas como o organismo vai estar preparado para lidar com essas mudanças? De acordo com o médico, a saúde é o nosso maior capital.

"Durante as primeiras duas a três décadas de vida, desenvolvemos nosso capital de saúde e atingimos um platô. A partir desse ponto, em geral, sofremos um declínio lento e progressivo desse capital. Cada indivíduo envelhece de maneira particular, na dependência de como se cuida, dos problemas de saúde que adquire ao longo da vida e do acesso a recursos de saúde. Portanto, esse capital de saúde pode ser mantido por longos períodos, mesmo na presença de doenças, mas também pode ser rapidamente exaurido, expondo o indivíduo a um estado de vulnerabilidade e maior risco de incapacidades", destaca.

Para concluir, Dr. Tarso frisa que o bom envelhecimento é resultante de acesso a recursos (educação, moradia, saneamento etc.) e prática de bons hábitos ao longo de todo o curso de vida, e que a prevenção ainda é a melhor estratégia, aliada ao bom controle dos problemas de saúde que venham a aparecer. Com o aumento da longevidade, vem o desafio de adicionar mais qualidade aos anos extras, e nunca é tarde para adotar bons hábitos e colher seus frutos.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/governo/2016/12/expectativa-de-vida-no-brasil-sobe-para-75-5-anos-em-2015