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Nosso destaque - 28/04/2021

Prudential do Brasil lança ‘Master Class sobre seguro de vida com Ricardo Amorim’ para abordar a diferença entre o produto e a previdência

Ação em parceria com o renomado economista tem o foco em esclarecer os objetivos dessas duas importantes ferramentas em um planejamento financeiro bem estruturado

Em linha com o objetivo de dar novos passos no desenvolvimento da educação financeira no país e reafirmar a importância da proteção do seguro de vida em um planejamento financeiro bem estruturado, a seguradora Prudential do Brasil – a maior independente do país no mercado de Seguros de Pessoas – acaba de lançar o vídeo ‘Master Class sobre seguro de vida com Ricardo Amorim’, em parceria com o economista e empreendedor. Com o tema ‘Seguro de vida não é previdência’, a ação será trabalhada nas redes sociais da companhia a partir deste mês e tem o foco em esclarecer e desmistificar para o público os objetivos dessas duas importantes ferramentas que compõem um planejamento financeiro sólido e estruturado.

Entre os detalhes destacados por Ricardo Amorim no material, estão pontos importantes como realçar o aspecto fundamental do seguro de vida, que é proteger financeiramente o momento presente da vida dos segurados e seus beneficiários. Isso porque desde a primeira mensalidade e início da vigência da apólice eles terão o direito de receber o benefício contratado caso algum imprevisto aconteça. Esses imprevistos podem ser desde uma doença grave descoberta, invalidez, internação hospitalar que impossibilite a rotina de trabalho, e até mesmo a morte. Em paralelo, o especialista reforça o perfil diferente da previdência privada, que é um plano de acumulação financeira para o futuro, com o objetivo de garantir um momento de aposentadoria mais tranquilo diante do cenário de diminuição do fluxo de receitas, natural na terceira idade. Ou seja, é uma alternativa para que as pessoas mantenham capacidade de compra e consumo semelhante a que possuíam durante período laboral.

Durante o vídeo, também são salientados outros mitos como comparar o seguro de vida com investimento. Desta forma, Ricardo Amorim esclarece para o público que investimentos têm o propósito de ganhos e retornos financeiros, enquanto o seguro de vida é uma proteção financeira que oferece um retorno imediato a partir do pagamento do benefício ao segurado ou seus beneficiários quando ocorre um sinistro.

“Como uma empresa especializada em seguros de vida, a Prudential do Brasil tem o dever de contribuir com o desenvolvimento da educação financeira e, neste sentido, iniciativas como esta são fundamentais para esclarecer os objetivos diferentes de produtos importantes que se complementam em um planejamento financeiro”, destaca a gerente sênior de Marketing da Prudential do Brasil, Fernanda Riezemberg, que completa: “Neste momento desafiador de pandemia em que as pessoas estão mais conscientes sobre o que realmente importa na vida, que é a proteção pessoal e daqueles que mais amamos, trazer à luz esse tema em parceria com um economista renomado como Ricardo Amorim reflete o nosso compromisso em proteger vidas e estar ao lado dos segurados nos momentos mais desafiadores, sempre atuando com transparência nos negócios”, reforça.

O vídeo esclarece ainda outro tópico importante: os seguros de vida que permitem resgate, que não têm, por exemplo, o lucro como objetivo. Isso porque, para efetuar um resgate, muitas vezes é preciso cancelar a apólice e abrir mão de toda a proteção financeira contratada, que é o propósito do seguro. Além disso, os valores de resgate na maioria das vezes não condizem com o valor de mensalidades pagas pelo segurado. Eles são formados a partir de um cálculo atuarial que inclui, entre outros pontos, o gênero do segurado, as probabilidades envolvidas e o capital segurado. “Este é um tema que ainda desperta dúvidas entre as pessoas, desta forma, a ação vai reforçar que em um seguro de vida vitalício, por exemplo, quanto maior a idade, maior o risco de ocorrência do sinistro e, por isso, maior será a reserva de resgate. Porém, se a apólice ainda é muito jovem ou o cliente ainda tem uma chance muito baixa de ocorrência de sinistro, o valor de resgate tende a ser baixo e ainda inferior à soma dos valores dos prêmios, o que comprova mais uma vez que seguro de vida não é investimento ou acumulação financeira”, finaliza a executiva.

Assista aqui ao vídeo da ação da Prudential do Brasil com o economista Ricardo Amorim:​ ​https://youtu.be/j5ZO_bP3JYI