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No Radar - 05/04/2017

Brasileiro dá pouca atenção ao gerenciamento de risco

Especialistas indicam que estratégia de sucesso passa pela proteção ao patrimônio

 

 

O mercado segurador movimenta bilhões de reais. São diversos os produtos e serviços protegidos contra determinados eventos e oferecidos a milhares de brasileiros. Porém, chama a atenção o fato de que parcela relativamente pequena da população se protege contra acidentes ou situações que podem afetar significativamente, em vida, a saúde financeira do segurado e da sua família.

O seguro de vida, um dos produtos pertencentes aos seguros de pessoas, representa, sem considerar os planos de acumulação, apenas 9% de um mercado que soma arrecadação de R$ 365 bilhões. Esse é um dos segmentos de menor arrecadação: 40% do volume é referente aos planos de saúde, 26% à previdência, 19% aos seguros gerais – seguro habitacional, rural, patrimonial, DPVAT, de automóveis, entre outros – e 6% aos produtos de capitalização. Os dados têm como fontes a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Agência Nacional de Seguros (ANS) e fazem referência a 2015.

Especialistas têm defendido que um planejamento financeiro de sucesso deve ser feito com base em três frentes básicas: renda por meio do trabalho, acumulação de capital e gerenciamento de risco. São estratégias complementares e que, combinadas, oferecem mais tranquilidade para formar patrimônio e preservar o dinheiro. No entanto, o que ocorre, muitas vezes, é que o gerenciamento de risco acaba sendo negligenciado na hora de planejar a situação financeira.

Um acidente pessoal, por exemplo, que provoque invalidez permanente pode representar um impacto financeiro de milhares de reais por ano. A internação hospitalar por longos períodos pode comprometer a capacidade de gerar ou acumular renda e ocasionar formação de dívidas. A morte de uma pessoa pode afetar todo o orçamento familiar, não só pelos custos envolvidos com a transferência dos bens, como também por não ter mais a receita gerada por aquela pessoa. Essas são apenas algumas situações em que o risco financeiro se faz presente, mas nem sempre recebe a devida atenção.

O foco, muitas vezes, é voltado apenas para o trabalho e o processo de acumulação. Os números comprovam essa tendência: os planos de previdência, embora tenham objetivos bem diferentes, porém complementares, ao seguro de vida, representam uma das maiores parcelas do setor de seguros, com arrecadação que se aproxima dos R$ 100 bilhões por ano, sendo o segmento que mais cresce. No entanto, quando um imprevisto ameaça afetar o orçamento familiar e comprometer a capacidade de geração ou acumulação de renda, o seguro de vida se apresenta como ferramenta importante para garantir a segurança financeira.

Este conteúdo faz parte do Canal de Seguro de Vida, uma parceria entre a Prudential e a InfoMoney.